Falar de governança e compliance em uma instituição educacional e social pode, à primeira vista, parecer um tema excessivamente técnico. No entanto, para a Congregação de Santa Cruz, esses pilares representam algo muito maior: um compromisso com o cuidado, com a ética e com a missão de educar mentes e corações.
Em participação recente em um podcast sobre governança e compliance, a Diretora Executiva da Congregação de Santa Cruz, Geani Moller Cavallaro, destacou que o verdadeiro sentido do compliance não está no controle punitivo, mas na proteção das pessoas, da instituição e do propósito que a sustenta.
“Compliance não é controle, é cuidado. É como um cinto de segurança: pode não ser confortável, mas existe para nos proteger dos riscos e garantir decisões mais seguras”, afirmou.
Com atuação em educação e projetos sociais, a Congregação de Santa Cruz carrega uma responsabilidade que vai além dos resultados operacionais. Sua missão institucional, formar integralmente o ser humano, exige decisões responsáveis, éticas e sustentáveis a longo prazo.
Nesse contexto, a governança atua como um alicerce que garante clareza de papéis, transparência e continuidade, independentemente das pessoas que ocupam cargos de gestão ao longo do tempo. Mais do que estruturar processos, ela contribui para preservar a identidade e a perenidade da instituição.
Um dos pontos enfatizados pela diretora é que processos bem desenhados só se tornam efetivos quando as pessoas estão engajadas. A escuta ativa, o diálogo e a construção coletiva são fundamentais para que regras deixem de ser vistas como imposições e passem a fazer parte da cultura organizacional.
Na Congregação de Santa Cruz, a profissionalização da gestão caminha lado a lado com o respeito à história, ao legado e à diversidade de gerações que convivem na instituição, fortalecendo um modelo de gestão alinhado aos valores que a sustentam.
É nesse espírito que a governança e o compliance se inserem hoje na Congregação de Santa Cruz: como ferramentas que protegem a missão, fortalecem os valores institucionais e garantem que o trabalho educativo e social continue transformando vidas com responsabilidade, ética e compromisso com o bem comum. Mais do que regras, são expressões concretas do cuidado com as pessoas e da fidelidade a um propósito que atravessa gerações.

